Guarani faz campanha conforme projetado; Ponte desilude o seu torcedor

Balanço do primeiro turno mostra críticas a dirigentes pontepretanos

por ARIOVALDO IZAC - - - Campinas

Mais três colunas atualizadas. No Informacão, vídeo mostra drama de cachorro abandonado, que corre atrás do veículo. Em Cadê Você, com foco sobre Guarani, o personagem é o ex-goleiro Tobias. Memórias do Futebol fala dele com visão nacional.

Se cabe um balanço sobre performances de Guarani e Ponte Preta neste primeiro turno do Campeonato Brasileiro da Série B, a certeza é que o bugrino não tem de que reclamar.

Primeiro porque o seu presidente, Palmeron Mendes Filho, não iludiu absolutamente ninguém. Citou com clareza que a proposta do clube era permanência na competição.

Nem por isso o Guarani ficaria olhando a ponta de cima do campeonato de binóculo. Iria ensaiar aproximação ao bloco, e até penetrá-lo se os concorrentes amolecessem.

Guarani venceu Londrina e fechou 1.º turno em 5.º lugar
Guarani venceu Londrina e fechou 1.º turno em 5.º lugar

No andar da carruagem houve perda de jogadores no elenco - principalmente o ídolo Bruno Nazário -, mas de uma forma ou de outra buscou-se alternativas conciliatórias.

Difícil imaginar eventual acesso do Guarani ao Brasileirão de 2019, mas a perspectiva é de travessia na Série B sem risco.

PONTE DECEPCIONA

Quanto a Ponte Preta, era de pleno conhecimento as limitações do elenco.

Sem dinheiro e sem criatividade, o que se viu foram tiros no escuro visando acerto em uma ou outra aposta, precedendo-se a Série B.

A constatação é que dos tiros, apenas um acerto: atacante André Luís, ainda assim aproveitado de forma inadequada.

Se é o único jogador de lucidez no time, claro está que não deveria se desgastar pela obrigatoriedade de contínua recomposição, para marcar descidas de laterais.

Deveria guardar o ‘gás’ pra usá-lo no ataque, ficando a incumbência de marcação para um dos três volantes, né seu João Brigatti?

Diante do cenário, a exemplo do Guarani a perspectiva da Ponte Preta é de cumprimento de tabela no segundo turno da competição, a menos que os dirigentes se mexam e tragam reforços.

ARIOVALDO IZAC - -
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
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