Cadê os parceiros para discussão de sugestivos temas sobre futebol?

Houve significativa redução na quantidade de comentários neste espaço

por ARIOVALDO IZAC - - - Campinas

Como de praxe, não vou entrar na onda do achismo sobre possibilidades de o Guarani trazer resultado positivo na noite desta sexta-feira de Goiânia, sobre o Goiás.

Outro dia alguém me contestou citando que é fácil comentar depois do jogo, mas cabe reafirmar que tudo é condicional sobre postura a ser colocada em prática pelo Guarani.

Recentemente abri discussão sobre a fragilidade de marcação no meio de campo bugrino, com a sobrecarga aos volantes Ricardinho e Baraka e, das centenas de bugrinos que diariamente leem a coluna, ninguém se dispôs a discutir profundamente o assunto.

Um deles até achou que eu estaria diminuindo o futebol de Longuine pelo fato de ter citado que ele ainda não se adaptou à recomposição. Nada disso. Foi pedido para que uma o útil ao agradável, apenas.

COPA E BORJAS

Cutuquei sobre o desinteresse do brasileiro por Copa do Mundo, momentaneamente, e apenas seis parceiros se habilitaram a comentários sobre a pauta.

Aí publiquei coluna com coisas positivas, mostrando diferentes ângulos sobre os gols do centroavante colombiano Borja, do Palmeiras, e apenas o parceiro João da Teixeira se manifestou.

Até a esboçada fase de recuperação da Ponte - citada enfaticamente neste espaço - passou batido.

Que tal então recuar 40 anos no tempo e clonar abertura de noticiário por aí, do tipo ‘jogadores de tal clube se reapresentaram para as atividades’? Ou repercutir entrevistas inócuas que se vê diariamente de jogadores de Ponte Preta e Guarani?

Gente, o objetivo da coluna é colocar um tema em pauta, e incentivar a discussão, quer com concordância, quer com rejeição da proposta. Convenhamos que independentemente da escolha, é mais sugestiva uma opinião a detestáveis alfinetadas de rivais.

A rigor, dezenas de torcedores conservadores deixaram de opinar no espaço porque se irritaram das provocações de uns e outros, que se dispuseram a organizar um ringue ou rinha de galo.

Por que não são censurados?

Abri a discussão sobre a fragilidade de marcação no meio de campo, com a sobrecarga aos volantes Ricardinho e Baraka e, das centenas de bugrinos que diariamente leem a coluna, ninguém se dispôs a discutir profundamente o assunto.

Um deles até achou que eu estaria diminuindo o futebol de Longuine pelo fato de ainda não estar adaptado à recomposição. Nada disso. Foi pedido para que uma o útil ao agradável, apenas.

Democracia. Liberdade de expressão, desde de que não haja ofensa.

É isso aí.

ARIOVALDO IZAC - -
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
Veja perfil completo
Veja todos