Ponte olha pra trás e vê que dá pra escapar; Guarani perde sem Bruno Mendes

Pobre futebol de Bahia e Atlético Goianiense dá mais esperança ao pontepretano

por ARIOVALDO IZAC - Campinas

A coluna Cadê Você aborda ex-jogadores de Ponte Preta e Guarani. Como toda regra tem exceção, convenhamos que recapitular a história de um consagrado árbitro campineiro, principalmente quando de sua morte, é válido.

Por isso sugiro aos parceiros em geral que acompanhem um pouco mais das histórias do campineiro Oscar Scolfaro, falecido no último sábado.

O torcedor pontepretano que acompanhou a ‘pelada’ de Atlético Goianiense e Bahia, na noite desta segunda-feira, de certo constatou que, apesar da irregularidade, o seu time terá que fazer uma força incrível para ser rebaixado.

São Paulo já ficou 15 rodadas na zona de rebaixamento
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Com a pobreza de futebol e se apegando basicamente na correria, o time de Goiás está fadado a ser o primeiro a cavar a própria sepultura neste Campeonato Brasileiro da Série A.

Apesar da recuperação do Avaí neste segundo turno, provavelmente não tenha chance de escapar.

O Bahia, que empatou por um gol em Goiânia, falha demais no penúltimo passe de ataque, e mostra pouca criatividade para furar bloqueios adversários. Logo, corre tremendo risco.

Claro que a Ponte também está ameaçada, mas, apesar das limitações, se jogar um pouquinho de bola, principalmente aquilo que foi mostrado no segundo tempo diante do São Paulo, é provável que sobreviva.

FUMAGALLI

A lesão muscular do atacante Bruno Mendes é perda significativa na equipe do Guarani para o jogo desta terça-feira contra o Boa Esporte, em Varginha.

Em tese, a má fase do reserva imediato Eliandro implica em o treinador Marcelo Cabo buscar outra alternativa na tentativa de arrumação da equipe.

É questionável a escolha pelo meia Fumagalli, mesmo que no frigir dos ovos a prática mostre que seja uma hipótese viável diante do atual cenário.

Fumagalli perdeu a titularidade - ainda na era do treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão - por deficiência técnica.

Como o futebol dá um nó na teoria, quem sabe um lance de bola parada justifique a escalação de Fumagalli. Correr não. Ele já não aguenta.

ARIOVALDO IZAC
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
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