Pontepretano evita discussão sobre balanceamento da equipe; rodada beneficia bugrino

Queda de rendimento físico da Ponte preocupa; Guarani se manteve na vice-liderança

por ARIOVALDO IZAC - Campinas

Alô João da Teixeira: é alarme falso o fim da coluna Informacão, mais viva que nunca. Esta semana a citação é sobre o Samu Animal em Campinas. As demais colunas também estão na rede.

Apesar do domingo sem futebol para os clubes campineiros, há rescaldo dos jogos da rodada de Guarani e Ponte Preta respectivamente, para que tracemos mais algumas linhas.

Abri discussão com o pontepretano sobre alternativas práticas para compensar o inevitável desgaste físico do time durante o segundo tempo, devido à montagem de uma equipe já envelhecida.

Evitar que todos veteranos sejam escalados simultaneamente? Preparar algum ‘pulmão de aço’ no elenco pra que entre no segundo tempo e, na correria, compense desgaste natural de companheiros? É possível aumentar a vitalidade física de veteranos como Sheik e Renato Cajá?

A discussão continua aberta. O objetivo é que a Ponte mantenha a uniformidade mostrada no primeiro tempo diante do Santos, pra não sofrer aquele sufoco.

São perguntas pertinentes, mas prevaleceu o silêncio de torcedores pontepretanos de senso crítico como Tio Lei, Cabeça, Carlos de Barão, Sergião, Paulo Sérgio, Marcião, Rodrigo U., João AAPP, R. Maia, e tantos outros que não apresentaram a varinha mágica ao treinador Gilson Kleina. Quem jamais se omite são os parceirões João da Teixeira e Barba.

GUARANI

O bugrino havia se acostumado com seguidas vitórias e não poupou críticas ao desempenho do time na derrota para o Criciúma, sexta-feira.

Calma, gente. É preciso ter leitura mais adequada sobre as dificuldades deste Campeonato Brasileiro da Série B, em que a maioria das equipes se equivale e a dança de posições tem prevalecido.

Toda aquela gritaria contra o time bugrino não deu em nada, até porque ele foi mantido na segunda colocação com 15 pontos.

Até mesmo o líder Juventude não venceu e subiu apenas mais um ponto, chegando aos 18, após empate sem gols com o Paysandu.

Como não houve vencedor no confronto entre Santa Cruz e Inter, ambos somam 13 pontos. Logo, não assustaram.

VILA NOVA

E o Vila Nova (GO) goleado pelo Brasil, em Pelotas (RS), por 3 a 0? Assim, foi desfeito o risco dele ultrapassar os 14 pontos já conquistado.

Portanto, foi uma rodada mamão com açúcar para o Bugre, apesar da derrota em Santa Catarina para o Criciúma.

ARIOVALDO IZAC
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
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