Clube eliminado na Copa Paulista mantém ex-goleiro do Palmeiras como treinador

Dirigido pelo técnico Ivan Izzo, Taubaté ficou na lanterna do Grupo 5, com cinco pontos em seis rodadas

por Agência Futebol Interior

Taubaté, SP, 23 (AFI) - O Taubaté, na tarde do último sábado, recebeu o EC São Bernardo, pela última rodada da segunda fase da Copa Paulista, e acabou derrotado por 2 a 0, resultado que o deixou na lanterna do Grupo 5, com cinco pontos em seis rodadas. Em meio a esse cenário, o diretor de futebol alviazul, Carlos Arini, bancou a permanência do técnico Ivan Izzo.

"(A avaliação sobre o o treinador) Extremamente positiva. Não só o Ivan (Izzo), todos eles se dedicaram bastante, não fizeram uma pré-temporada, pegaram uma equipe praticamente de meninos. Agora, obviamente que nessa reta final, nesses três jogos, ficou um pouco abaixo", afirmou em entrevista coletiva.

E O PLANTEL?
O cartola ainda reconheceu problemas na montagem do elenco valeparaibano, que não conseguiu repetir a temporada passada, quando atingiu as quartas de final da Copa Paulista.

"Alguns jogadores oscilaram no momento que a gente precisava, mas não podemos ficar apontando o dedo e colocando a culpa em um ou outro atleta. Existem posições, existem carências no elenco que precisamos reforçar para podermos ter uma equipe sólida", completou o dirigente.

O TREINADOR
Ivan Izzo já começou a pensar, portanto, na próxima edição do Campeonato Paulista da Série A2, quando o Taubaté espera brigar pelo acesso.

"O torcedor tem que entender e não pode julgar um trabalho por uma partida individual. Acredito que para o objetivo maior que é o acesso no ano que vem existe uma base. O objetivo da competição era deixar uma base de pelo menos 50% para que o trabalho não se inicie do zero para a A2", disse.

Ivan Izzo, técnico do Taubaté - Foto: Caíque Toledo/EC Taubaté - Foto: Caíque Toledo/EC Taubaté
Ivan Izzo, técnico do Taubaté - Foto: Caíque Toledo/EC Taubaté
"Acho que esta base está bem encaminhada e, agora, temos conversas com a diretoria de situações que achamos necessárias. Entendo que um caminho positivo está traçado e espero que o torcedor entenda. O trabalho está sendo conduzido de uma forma correta e bem equilibrada", destacou.

"Tenho 54 anos e, em alguns momentos, a gente se deixa levar, assim como acredito que vocês, também. O atleta não é maquina, é ser humano que sente. Isso faz parte. A responsabilidade é minha. Entendemos que isso faz parte de um processo de formação de equipe. A instabilidade faz parte de todo time de futebol", encerrou.