Pablo fala em títulos no São Paulo e diz que pode jogar com Diego Souza

"Desde pequeno eu vi o São Paulo ser campeão, e espero ser campeão aqui também",

por Agência Estado

São Paulo, SP, 03 - Uma das principais contratações do São Paulo para a temporada, o atacante Pablo foi apresentado nesta quinta-feira, no CT da Barra Funda, e falou da expectativa em conquistar títulos pelo novo time. Também comentou a respeito da concorrência interna com Diego Souza, que em 2018 desempenhou a função de centroavante, e garantiu: os dois podem jogar juntos na equipe.

"Desde pequeno eu vi o São Paulo ser campeão, e espero ser campeão aqui também", afirmou o atleta de 26 anos, destaque do Athletico-PR na última temporada, quando ajudou os paranaenses a ganharem seu primeiro título internacional na história, a Copa Sul-Americana. "Uma vez vim jogar aqui e entrando ali nos vestiários do Morumbi, você passa por aquelas fotos de vários ídolos, vê o Raí... Falei para o Wellington (ex-volante do São Paulo que jogou ao lado de Pablo no Furacão): 'Um dia vou jogar nesse clube'", completou Pablo.

Admitindo viver "o melhor momento na carreira", o centroavante foi questionado a respeito da disputa por vaga com Diego Souza, em tese, o titular da função e que terminou 2018 como artilheiro do São Paulo, com 16 gols marcados.

"Estou muito feliz em jogar no mesmo time do Diego, vejo ele há muito tempo, é uma referência, um cara que dispensa comentários. Acredito que podemos jogar juntos também, posso jogar em outras funções, não só de centroavante", explicou. "Isso é bom para o São Paulo, que tem outros atacantes de muita qualidade", emendou.

Formado na base do Athletico-PR, Pablo jogou também no Figueirense, onde era companheiro de Tiago Volpi, ao lado de quem foi apresentado nesta quinta, passou rapidamente pelo Real Madrid B, na Espanha, e defendeu ainda o Cerezo Osaka, do Japão, antes de retornar ao clube paranaense.

O São Paulo assinou acordo com Pablo até o fim de 2022. Pagou R$ 26,6 milhões, que podem ultrapassar os R$ 30 milhões de acordo com bônus estipulados em contrato. Foi a segunda maior transação dentro do futebol brasileiro, perdendo apenas para a venda de Leandro Damião do Internacional ao Santos, por R$ 42 milhões, em 2013.

 
 
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