Paulistão: Novo coordenador do São Paulo, Vagner Mancini não descarta negociar Nenê

Durante a entrevista, Mancini lembrou que já foi companheiro de Nenê no Paulista em 2000

por Agência Futebol Interior

São Paulo, SP, 06 (AFI) - "Peça Fundamental". Foi com essas palavras que o novo coordenador técnico do São Paulo, Vagner Mancini, definiu o meia Nenê. Apesar disso, não descarta negociar o camisa 10 com o Fluminense, que sinalizou interesse nesta semana.

Durante a entrevista, Mancini lembrou que já foi companheiro de Nenê no Paulista em 2000. Na época, tinha 34 anos, enquanto Nenê 19. Com a boa relação, ele espera analisar o que o Fluminense tem a oferecer e o que o jogador deseja. O coordenador também falou sobre sua nova função no São Paulo.

NOVO DESAFIO

“É um desafio, uma coisa nova. Eu que já estou há bastante tempo no futebol, como ex-atleta, técnico e, agora, enfrentando um desafio. O que fez a diferença nessa escolha foi exatamente tentar entender o que São Paulo queria do Vagner Mancini e o que o Vagner Mancini vislumbrou nessa nova função dentro do São Paulo”, disse Mancini, que emendou.

“O São Paulo tem a mentalidade de se fortalecer dentro e fora de campo. É importante ter o investimento dentro de campo, para que atleta olhe para fora também e veja uma equipe forte. As atribuições estão voltadas para ser o elo entre diretoria e a parte executiva, que olha de uma forma muito macro até chegar na comissão técnica. Quero dar o respaldo necessário a todos eles para que possam fazer um excelente trabalho no dia a dia”, explicou.

Novo coordenador do São Paulo, Vagner Mancini não descarta negociar Nenê
Novo coordenador do São Paulo, Vagner Mancini não descarta negociar Nenê
DE OLHO NA BASE

“Vou agir e coordenar todos os setores do clube, para que todos eles possam dar a condição da comissão técnica exercer junto aos atletas aquilo que nós temos de melhor. A escolha do Jardine para ser o técnico do São Paulo já vem de encontro a uma padronização que existe dentro do clube. Eu vou atuar exatamente em cima disso, fazendo com que a base também esteja presente. Hoje, temos, além de um técnico que vem da base, atletas que vieram da base e que vão ter oportunidade neste ano”, afirmou o coordenador técnico, que completou.

ELO ENTRE TÉCNICO E DIRETORIA

“Essa integração faz com que meu papel seja fundamental. Eu também serei o elo dentro dessas funções, fazendo com que tudo fique muito simples de ser entendido no dia a dia e que a gente tenha resultados com isso. Quero dar para a comissão técnica e para o Jardine aquilo que muitas vezes eu não tive na minha carreira, porque é uma necessidade que o treinador às vezes tem: que essa informação chegue para a diretoria, e que as informações da diretoria também cheguem para o treinador”, finalizou.

 
 
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