Cota da CBF não é suficiente para quitar uma folha salarial da Ponte; veja matemática

Custo mensal da Macaca com o futebol profissional gira em torno de R$ 1,2 milhão

por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 09 (AFI) - Prejudicada pela expansão do Covid-19, a Ponte Preta vive cenário nebuloso, em termos financeiros, nas próximas semanas sem bola rolando.

Ainda à espera de uma posição oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a respeito de medidas para auxiliar os 20 participantes da Série B do Campeonato Brasileiro, Macaca não tem em uma cota de TV uma fonte de renda suficiente para aliviar os cofres por 30 dias.

Folha salarial da Ponte Preta gira em torno de R$ 1,2 milhão - Álvaro Júnior / AA Ponte Preta
Folha salarial da Ponte Preta gira em torno de R$ 1,2 milhão

Embora seja importante para quitar os vencimentos de salário, independentemente do setor, o valor de R$ 600 mil representa cerca de 50% da folha salarial do elenco profissional - preocupada com as cotas, Alvinegra já anunciou corte de até 25% nos vencimentos de funcionários a partir do próximo mês

Custo mensal destinado pelo time campineiro ao futebol gira em torno de R$ 1,2 milhão, com teto salário na casa de R$ 100 mil - os principais vencimentos são do zagueiro Cléber Reis, do lateral-direito Apodi, do meia João Paulo e do atacante Roger.

A Ponte já quitou integralmente - e com antecedência - os valores devidos no mês de março e, por enquanto, está com as contas em dia.