Auxiliar de Kleina confirma Ponte Preta com força total na Sul-Americana

Juninho ficou no banco de reservas no duelo contra o São Paulo, já que Gilson Kleina estava suspenso

por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 10 (AFI) - A Ponte Preta foi comandada na beira do campo neste sábado pelo auxiliar técnico Juninho - já que o treinador Gilson Kleina cumpria suspensão – e, na opinião do comandante deste jogo, é preciso valorizar o ponto conquistado e o trabalho feito nas últimas semanas.

“Eu acho que estar perdendo de 2 a 0 e empatar o jogo contra o São Paulo, dentro do Morumbi, mesmo considerando que tivemos um jogador a mais em parte da partida, mostrou o trabalho que fizemos nesses 15 dias de intervalo. Treinamos muito bem e os atletas colocaram em prática”, avalia.

Juninho acredita que a postura aguerrida do time em campo será mantida e já fala sobre o próximo compromisso da Ponte, na quarta-feira (13) contra o Sport, em Recife, pela Copa Copa Sul-Americana: ele garante que a Macaca vai para o primeiro confronto com força total.

“Vamos com o time titular. É um jogo de mata-mata e em Recife o Sport é muito forte. Temos que ir com força máxima para trazer um grande resultado de lá, para que no Moisés Lucarelli nós possamos sair com a classificação”, diz.

Sobre o jogo de ontem em si, Juninho conta a leitura que a comissão técnica observou e passou aos atletas.

“Foi normal o São Paulo, principalmente no início do jogo, vir em cima de nós, porque precisavam do resultado. Ainda mais dentro da casa deles e com o apoio da torcida. Priorizamos mais a marcação no começo do jogo, para sairmos no contra-ataque. Marcamos bem, mas não tínhamos esse poder de fogo no ataque. Acredito que no segundo tempo, conversamos, falamos que era para adiantar mais um pouco a marcação e fomos outro time. Depois, com um jogador a mais, prevalecemos e os jogadores que entraram foram muito bem”, explica.

O auxiliar ressalta que a Macaca já jogava melhor no momento em que o jogador adversário foi expulso – por evitar um gol alvinegro com o braço – e reforça a postura adotada a partir daquele lance.

“Na etapa complementar colocamos o Léo Gamalho, que é alto, brigador e bom no cabeceio. Chegamos bastante, melhoramos no jogo, mesmo com o São Paulo com onze, mas depois, com a expulsão do Jucilei, para nós foi ainda melhor. Com um jogador a menos, nos sabíamos que o São Paulo iria dar uma recuada e procuramos abrir nossos atacantes em cima da linha.”, diz.

Juninho salienta a importância a conquista do ponto. “Se nós perdêssemos um jogo como o deste sábado, nós deixamos de somar ponto e o São Paulo e outros concorrentes iriam se aproximar. Além disso, fora de casa pontuar sempre é importante”, conclui.

aaa