Gabigol é eleito o 'Rei da América', mas Jorge Jesus perde para Marcelo Gallardo

A "equipe ideal da América" reuniu apenas jogadores de Flamengo e River Plate, além de Everton Cebolinha, atacante do Grêmio

por Agência Estado

Campinas, SP, 31 - Artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 25 gols, e da Libertadores, com nove, o atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol, foi eleito o "Rei da América" em 2019, tradicional prêmio do diário "El País". O camisa 9 rubro-negro recebeu 168 votos (45%) dos 372 jornalistas que participaram da eleição

Bruno Henrique (83 votos, 22%) e Arrascaeta (40 votos, 11%), também jogadores da equipe flamenguista, ficaram na segunda e terceira colocações, respectivamente. Outros cinco brasileiros foram votados. Com nove votos (2%), o gremista Everton Cebolinha ficou em sexto.

Daniel Alves (São Paulo) e Soteldo (Santos), com dois votos cada, dividiram a décima posição. Filipe Luis (também do Flamengo), Paolo Guerrero (Internacional) e Germán Cano (recentemente contratado pelo Vasco) receberam um voto cada.

OLHA A LISTA COMPLETA
A "equipe ideal da América" reuniu jogadores de Flamengo e River, além de Everton Cebolinha: Franco Armani (River Plate); Rafinha (Flamengo), Rodrigo Caio (Flamengo), Pinola (River Plate) e Filipe Luís (Flamengo); Enzo Perez (River Plate), Ignácio Fernandez (River Plate) e Arrascaeta (Flamengo); Everton (Grêmio), Bruno Henrique (Flamengo) e Gabriel Barbosa (Flamengo).

COMANDANTES
Entre os técnicos, o português Jorge Jesus foi superado pelo argentino Marcelo Gallardo, do River Plate, que foi votado 216 vezes e ficou com o prêmio pela segunda vez consecutiva. O treinador flamenguista recebeu 133 votos. Gallardo perdeu a Libertadores para Jesus, mas foi campeão da Copa da Argentina e da Recopa Sul-americana.

Gabigol, o Rei da América de 2019 - Foto: Divulgação / CRF
Gabigol, o Rei da América de 2019 - Foto: Divulgação / CRF
Campeão da Copa América com a seleção, Tite foi o único treinador brasileiro lembrado na eleição. Ele recebeu seis votos e ficou na quarta colocação, atrás de Miguel Ángel Ramírez (Independiente Del Valle), que teve sete votos.

TRADIÇÃO
O prêmio de "Rei da América" existe desde 1971 e teve como primeiro premiado o brasileiro Tostão, do Cruzeiro. Em 2017, Luan, então atacante do Grêmio (negociado com o Corinthians há uma semana), foi o eleito daquela temporada.