Série C: 'Porta da rua é serventia da casa', diz presidente do Paysandu após polêmicas

Ricardo Gluck Paul comentou as saídas conturbadas dos atacantes Pimentinha e Paulo Rangel

por Agência Futebol Interior

Belém, PA, 19 (AFI) - As saídas conturbadas dos atacantes Pimentinha e Paulo Rangel deixaram o clima pesado no Paysandu e expôs uma série de problemas extracampo. Diante do cenário caótico construído pelos atletas, o presidente Ricardo Gluck Paul foi duro na hora de comentar o episódio.

“O Paysandu é maior que todos. Quem não estiver alinhado com o perfil da comissão técnica, não fará parte do grupo. Quem não quiser jogar, a porta da rua é serventia da casa. O clube tem comando e diretrizes fortes”, afirmou o mandatário.

“Não vamos admitir que atletas e funcionários se ache ou se considere acima do grupo ou do clube. Essas situações trazem desgastes, desafios para serem resolvidos, mas sempre o Paysandu estará acima de tudo e de todos”, completou.

Foto: Jorge Luiz / Paysandu
Foto: Jorge Luiz / Paysandu
OS CASOS
Paulo Rangel saiu do clube após fazer uma série de comentários polêmicos em sua conta no Instagram, quando respondia mensagens enviadas por torcedores. Ele não poupou críticas e sugeriu que havia uma ‘panelinha’ comandada por Hélio dos Anjos. Quando o clube anunciou o desligamento, Rangel contestou e disse não ter assinado nada.

Pimentinha, por sua vez, saiu após surpreender o técnico Hélio dos Anjos ao se recusar a viajar com o restante do elenco rumo a Tombos-MG, local do jogo contra o Tombense, disputado no dia 4 de julho. Ao se justificar, o jogador disse que não estava satisfeito com a condição de reserva no clube paraense e que planejava ir embora de Belém. Agora, o clube negocia a rescisão junto ao Botafogo-SP, clube pelo qual o atleta estava emprestado.