Com problemas financeiros, time da Série B cogita manter redução salarial

“Todos os funcionários estão em dia e a carteira dos atletas está em dia, mas estamos devendo 50% dos direitos de imagem", disse

por Agência Futebol Interior

Recife, PE, 03 (AFI) - A pandemia de covid-19, o novo coronavírus, afetou os cofres de clubes de todo o país. Com o Náutico, consequentemente, não foi diferente. Por isso, o Timbu já está devendo para os jogadores, muito por conta de valores terem sido bloqueados judicialmente. O vice-presidente alvirrubro, Diógenes Braga, explica.

“Todos os funcionários estão em dia e a carteira dos atletas está em dia, mas estamos devendo 50% dos direitos de imagem. Vamos regularizar o mais rápido possível. Assim que a gente conseguir a entrada de recursos no clube, não tem como fazer previsão, é difícil porque a gente está lidando com bloqueio judicial. Assim que a gente conseguir desbloquear, a gente faz os pagamentos, mas depende da questão dos bloqueios, que é uma coisa que a gente pode conseguir hoje ou só lá na frente. Não tem como prever”, contou ao Diario de Pernambuco.
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O Timbu aparece na quarta colocação do Campeonato Pernambucano, com 12 pontos em oito rodadas, posição que garantiria uma vaga ao mata-mata; e no terceira lugar do Grupo B, com 11 pontos em sete jogos, e estaria avançando às quartas de final da Copa do Nordeste.

Foto: Caio Falcão/CNC
Foto: Caio Falcão/CNC
A equipe dos Aflitos, porém, caiu ainda na segunda fase da Copa do Brasil, estágio em que acabou eliminada pelo Botafogo - 4 a 3 para o Botafogo, no Recife, nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal. Ainda terá toda a disputa da Série B do Brasileiro.

"A gente ainda está projetando os meios para ver como vai ser. O que a gente tem é um contato frequente com os atletas para passarmos a eles o cenário, mas não existe uma negociação em curso agora. A possibilidade existe sim, mas a gente não está fazendo uma negociação em relação a isso. Os atletas sabem que a gente tem se posicionado, tocando o clube e, se houver a necessidade de fazer novamente, a gente já fez uma vez, é simplesmente chegar e conversar isso com os atletas”, encerrou.