Jogador do Manaus FC nega acusação de estupro e acusa clube de "retaliação desonesta"

Atacante cobra na Justiça cerca de R$ 529 mil por pendências salariais

por Agência Futebol Interior

Manaus, AM, 13 (AFI) - O atacante Rossini, de 36 anos, se manifestou por meio de suas redes sociais, com nota de repúdio e esclarecimentos, em relação ao boletim de ocorrência, registrado numa delegacia de Manaus, no dia 6 de abril, em que uma ex-funcionária do Manaus FC que o acusa de estupro.

O atleta insinuou que a acusação veio motivada de ter entrado na Justiça Trabalhista contra o clube. O atleta cobra cerca de R$ 529 mil.

Foto: Gabriel Mansur
Foto: Gabriel Mansur

CONFIRA A NOTA DO ATLETA

"O departamento jurídico do Manaus Futebol Clube jamais havia entrado em contato comigo no período que permaneci no clube. Contudo, após receber a notificação da ação trabalhista, a qual ingressei pleiteando meus direitos, o departamento jurídico do clube por "coincidência" me contactou para tratar sobre a suposta acusação. Comprovando que se trata de uma retaliação desonesta para prejudicar minha imagem e minha história com a instituição Manaus Futebol Clube", diz trecho da nota de repúdio do jogador.

Por fim, o jogador diz que está à disposição para buscar a verdade dos fatos e colaborar com as investigações a fim de provar sua inocência.

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POSICIONAMENTO DO CLUBE

Ao ser procurado, o Manaus FC disse que, por enquanto, não irá se posicionar a respeito do caso.

HISTÓRICO NO MANAUS

O atacante disputou 69 jogos com a camisa do Manaus e marcou 16 gols. Ele estava no Interporto, mas acabou sendo liberado, uma vez que o Campeonato Tocantinense acabou suspenso por conta da Covid-19. Ele foi enquadrado nos artigos 213 e 214 do Código Penal brasileiro.