Presidente do Guarani explica relação com a Topper: 'Distrato encaminhado'

Insatisfeito, Bugre tem ruptura contratual iminente com fornecedora de material esportivo

por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 09 (AFI) - A relação entre Guarani e Topper caminha a passos largos rumo à separação.

Após início da parceria no início de 2017, Bugre mostra-se insatisfeito com o serviço entregue pela fornecedora de material esportivo, principalmente por não inovar na linha de uniformes.

Para se ter ideia, o último lançamento foi em junho de 2018, ou seja, há quase dois anos. Desde então, material não passou por nenhum processo de remodelação, o que impacta na insatisfação do Conselho de Administração, torcida e, claro, nas vendas de produtos oficiais.

Topper tem contrato com o Guarani até o fim de 2020
Topper tem contrato com o Guarani até o fim de 2020

Em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas, o presidente Ricardo Miguel Moisés confirmou quebra do acordo encaminhado com a empresa brasileira e negociações avançadas com novo parceiro até a pandemia do Covid-19.

"O Guarani tinha conversas avançadas com vários fornecedores (de material esportivo). Precisava finalizar ainda a parte do distrato com a Topper, o que está bem encaminhado já para fazermos uma rescisão de comum acordo. Agora, com todas as fábricas paradas, a gente vai ter um pouco de dificuldade neste sentido", pontuou o dirigente.

DETALHES

A ideia de confecção própria parece ter sido descartada, embora estratégia tenha sido adotada por vários clubes do futebol brasileiro: América-MG, Bahia, Coritiba, Fortaleza, Goiás, Paysandu, Ponte Preta e Santa Cruz.

Nos bastidores, ao menos no começo do ano, possíveis parceiros do Guarani para sequência da temporada são: Diadora, Kappa e Macron.