Presidente avalia impacto de suspensão de cota ao Guarani: 'Muito grande'

Federação Paulista não quitou a quarta da última parcela aos clubes da Série A1

por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 07 (AFI) - O Guarani é mais um clubes com preocupação relativa ao campo financeiro em virtude da paralisação do calendário nacional, em virtude da expansão da pandemia do Covid-19.

Embora o Bugre tenha quitado os salários do elenco e jogadores no início de março, já há preocupação, nos corredores do Brinco de Ouro da Princesa, com o futuro das contas.

Um dos problemas pela frente diz respeito ao não pagamento da quarta - e última - cota de transmissão do Campeonato Paulista.

Ricardo Moisés avalia impacto de suspensão de cota ao Guarani - David Oliveira / Guarani FC
Ricardo Moisés avalia impacto de suspensão de cota ao Guarani
"O impacto (da cota suspensa) é muito grande, porque não só o Guarani, mas a grande maioria dos clubes do Brasil depende 90% da televisão. Num primeiro momento, eu não me preocupo. O que me assusta aí é o que eu vi que realmente os clubes querem que o Campeonato Paulista termine do jeito que está", declarou, em entrevista à Rádio Central de Campinas.

"É um momento de muita cautela e de muita paciência no Guarani. Nenhuma aposta adiantada e nada precipitado. Então, com muita cautela, o Guarani está acompanhando essa situação da pandemia e está acompanhando de perto as previsões de retorno dos campeonatos. Estamos acompanhando de perto também as negociações com a Globo", emendou.

VAI JOGAR?

Com classificação encaminhada a duas rodadas do fim da fase de grupos, o Guarani defende a continuidade do Campeonato Paulista após reinício do torneio.

"É fundamental que os clubes joguem o Campeonato Paulista e terminem. Isso depende de a CBF definir datas. Se tiver datas possíveis, o Guarani vai estar em campo. Somos completamente contra a paralisação do jeito que está. Tendo datas, faz-se o Campeonato Brasileiro. Ou, se não tiver datas, estuda-se aí um campeonato menor", avaliou.