Fora do Guarani, Fumagalli abre jogo sobre vida profissional: 'Sigo no meio da bola'

Aposentado em abril de 2018, ídolo bugrino tem agenciado jogadores em empresa de Americana

por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 08 (AFI) - Principal ídolo do Guarani dos últimos anos, Fumagalli vive nova fase profissional.

Após experiência como diretor bugrino, interrompida no fim de agosto de 2019, o ex-meia tem atuado no futebol, mas fora das quatro linhas.

Aposentado dos gramados em abril de 2018, o profissional é sócio em empresa de agenciamento de jogador na cidade de Americana, em projeto iniciado em 1º de outubro.

Fumagalli: de ídolo bugrino a empresário no meio do futebol - Gabriel Ferrari / GuaraniPress
Fumagalli: de ídolo bugrino a empresário no meio do futebol
"Eu continuo, sim, no meio da bola. Não tem jeito de sair. São 24 anos jogando como atleta, né? Está na veia, não tem jeito. Quando saí do Guarani, recebi o convite do Neto, que foi meu empresário praticamente na minha carreira toda. Eu resolvi aceitar e nós estamos juntos. A empresa chama NT Pro Sports", declarou, em entrevista à Rádio Central de Campinas.

"O Neto, meu sócio, já está no mercado aí há uns bons anos já. São praticamente de 15 a 20 anos no mercado. Ele tem muito relacionamento. Eu também conheço muita gente no futebol. Nós estamos fazendo trabalho de captação também na base, peneiras, avaliações e indicações. Eu tenho muitos amigos dentro do futebol", emendou.

BATEU SAUDADE

Fumagalli ainda aproveitou para recordar o último torneio disputado como atleta profissional, quando alcançou o acesso e o título na Série A2 do Campeonato Paulista de 2018, quando pendurou as chuteiras, exatamente há dois anos.

"Cara, o tempo passou rápido. Foi uma conquista ai marcante na minha carreira. Foi um título e um acesso que eu tanto sonhava. Era encerrar a carreira com acesso. Quando virou o ano de 2017, eu ainda estava na dúvida se eu permaneceria jogando ou se eu parava. Na sequência, o Guarani contratou o (Fernando) Diniz. Ele me ligou para saber o que eu pensava", relembrou.

"Ele me incentivou a continuar jogando. Aí teve aquele apoio que eu precisava para me sentir útil para o clube ainda. Era alguém que confiasse na minha parte técnica. Eu resolvi aceitar o desafio e ajudar o Guarani a voltar à Série A1. Na sequência, Diniz acabou saindo, Umberto (Louzer) acabou assumindo e deu no que deu. Foi muito marcante e importante para a minha história dentro do Guarani", fechou.