Série C: Moisés Egert deixa o Crac e Elson Barbosa renuncia ao cargo

Comandante acredita que problema financeiro está atrapalhando o time dentro de campo

por Agência Futebol Interior

Catalão, GO, 25 (AFI) – Moisés Egert não é mais técnico do Crac. O comandante deixou o clube após a derrota da equipe para o CRB, domingo, no estádio Genervino da Fonseca, pela 12ª rodada. Egert agradeceu a oportunidade que o Crac lhe deu, e torce pela recuperação da equipe na Série C do Campeonato Brasileiro.

“Agradeço a oportunidade que o presidente me deu. O clube ainda me deve alguns meses de

Moisés Egert deixou o Crac após derrota para o CRB

salário. A situação financeira está muito complicada, não só comigo, mas com os jogadores também. Estou torcendo pela reabilitação do Crac”, afirmou o treinador.

Porém, Moisés Egert chegou a criticar a parte financeira e a estrutura do clube. Recentemente, o Crac ameaçou fechar as portas por conta da falta de dinheiro para pagar os jogadores, mas seguiu adiante na Série C. De acordo com o comandante, o grande problema é o extra-campo, que influencia os atletas dentro dos gramados.

“A falta de estrutura e a semana conturbada geraram o mal resultado. Não tem mais como ficar aqui. O extra-campo está influenciando os jogadores. Não tem mais como fazer mudanças na equipe. Fiz tudo que era possível”, complementou Moisés.

O comandante chegou ao Crac na 4ª rodada da Série C, no empate por 0 a 0 contra o Fortaleza. De lá pra cá obteve apenas uma vitória, três empates, além de quatro derrotas.

PRESIDENTE RENUNCIOU

Elson Barbosa renunciou ao cargo de presidente do Crac

Além de perder Moisés Egert para a sequência da Série C do Brasileiro, o presidente executivo Elson Barbosa também deixou o clube. O mandatário afirmou que irá entregar a renuncia ao presidente do conselho deliberativo nesta segunda-feira. Desta forma, o radialista e vice-presidente do clube Batista Inácio assumirá o cargo até o final da temporada.

Elson Barbosa não foi um dos melhores presidentes à frente do Crac. O comandante acumulou dívidas com o clube, deixou de pagar à atletas e ao comandante Moisés Egert. Quando teve a possibilidade de tirar o Crac da Série C, optou por esperar investimentos de fora para manter o clube na competição.

 
 
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