Estádio do Mangueirão vira salão de festas de clubes mato-grossenses; relembre

Em jogo emocionante e decidido nos pênaltis, Cuiabá 'apronta' em Belém e leva o bi da Copa Verde

por Marcelo Carvalho

Cuiabá, MT, 21 (AFI) - O Estádio do Mangueirão, embora costumeiramente lotado, não tem feito valer o 'efeito caldeirão' em jogos decisivos nos últimos anos.

Na última quarta-feira, na decisão da Copa Verde, tal tese se confirmou novamente: mesmo com a vantagem mínima construída no jogo de ida, o Paysandu fracassou em casa e amargou o vice-campeão, após ser superado pelo Cuiabá nos pênaltis.

Em 2017, o Luverdense faturou o mesmo torneio em cima do próprio Papão, dentro do Mangueirão, com 35 mil pessoas - na ocasião, Marcelo Chamusca, hoje no dourado, estava à frente do comando bicolor.

Cuiabá fatura o bicampeonato da Copa Verde no Mangueirão - Fernando Torres / CBF
Cuiabá fatura o bicampeonato da Copa Verde no Mangueirão

Em 2011, o modesto Vila Aurora, clube licenciado na Federação Matogrossense de Futebol (FMF) calou o Mangueirão, com 30 mil pagantes, eliminando o Remo, à época dirigido por Giba, na Série D - no ano posterior, foi a vez do Mixto, com base caseira, comandado por Everton Goiano, faz a festa em cima do Remo.

EFEITOS

Com a taça do Cuiabá, abriu-se a quarta vaga no futebol do Mato Grosso na Copa do Brasil de 2020: o beneficiado foi o União de Rondonópolis.

Além da dupla, Luverdense (campeão da Copa MT) e Operário (vice-campeão estadual) também estão confirmados no mata-mata.

SOBERANO

Com a taça do Cuiabá, o futebol mato-grossense tem a supremacia em títulos da Copa Verde após seis edições: são três taças contra duas do Pará.

Relembre todos os campeões: Brasília (2014), Cuiabá (2015), Paysandu (2016), Luverdense (2017), Paysandu (2018) e Cuiabá (2019).