Marquinhos Santos vê derrota como 'batalha perdida' e fala em 'final' contra Cruzeiro

A Chapecoense está afundada na lanterna do Brasileirão e vem de derrota para o Fortaleza

por Agência Futebol Interior

Chapecó, SC, 10 (AFI) - Contratado junto ao Juventude para tentar salvar a Chapecoense de um possível rebaixamento, o técnico Marquinho Santos não tem conseguido conquistar os resultados esperados no comando da equipe catarinense. Em cinco jogos à frente do clube, perdeu quatro e empatou um. A série prolonga se somar os outros quatro tropeços antes de sua chegada. O último revés foi por 2 a 0 contra o Fortaleza, resultado enxergado como 'batalha perdida'.

"É uma batalha perdida, uma batalha do nosso campeonato. No mínimo, tínhamos que manter a distância, mas o Fortaleza acabou aumentando para mais três pontos. Tivemos oportunidades, mas acabamos punidos. Mas ainda não tem nada perdido, vamos insistir e seguir evoluindo", disse o treinador, em entrevista coletiva, ainda no Castelão.

FINAL

A derrota faz com que o próximo jogo, contra o Cruzeiro, no domingo, às 19h, na Arena Condá, seja tratada como uma final, já que a equipe celeste é concorrente direto na luta contra o rebaixamento. A Chapecoense tem 15 pontos, contra 21 dos mineiros.

Chapecoense vem de derrota contra o Fortaleza - Márcio Cunha/ACF
Chapecoense vem de derrota contra o Fortaleza
"Vamos para dentro de casa contra o Cruzeiro, é como uma final, um jogo de final de campeonato pensando na permanência. Temos que acertar alguns pontos, mas não podemos esperar tomar um gol para reagir. Pode ter certeza que faremos uma partida melhor no domingo", completou o treinador.

O treinador aproveitou também para poupar o meia Camilo de críticas. O jogador está sendo um dos principais alvos da torcida pela má campanha apresentada pelo time no Brasileirão.

'Ele está começando a pegar um ritmo de jogo. No segundo tempo ele chamou o jogo. A situação da Chapecoense é ruim com o Camilo e pior sem o Camilo. Fica pior sem ele. Sem ele não tem aquele jogador que assuma a responsabilidade, que crie, que pise na bola. Tem que ter calma", concluiu.