Athletico 1 x 1 Botafogo - Furacão perde pênalti no fim e segue sem vencer

O Furacão ainda perdeu um pênalti aos 48 minutos do segundo tempo, quando Nikão isolou a bola.

por Agência Futebol Interior

Curitiba, PR, 9 (AFI) - O mais difícil para Athletico-PR neste início de Campeonato Brasileiro é vencer. O time paranaense completou sete jogos de jejum em nove jogos, ao empatar por 1 a 1 com o Botafogo, nesta quarta-feira no final da tarde, pela nona rodada na Arena da Baixada. O Furacão ainda perdeu um pênalti aos 48 minutos do segundo tempo, quando Nikão isolou a bola.

O resultado foi justo e deixou o time de Curitiba com apenas oito pontos, em 16.º lugar, e podendo terminar a rodada dentro da zona de rebaixamento. De outro lado, o Botafogo segue com sua campanha irregular, atingindo os nove pontos em 15.º lugar.

VEJA OS GOLS E PENALTI PERDIDO

FURAÇÃO MELHOR
O Furacão começou melhor, com sua linha de marcação adiantada e dificultando a saída de bola do Botafogo. Na base da intensidade e pressão, o time da casa sempre buscou seu gol, mas não conseguiu. Até ameaçou algumas vezes.

Aos 24 minutos, Nikão, mesmo apertado por três marcadores, conseguiu o chute, que exigiu boa defesa de Diego Cavalieri que espalmou á escanteio. Aos 27 minutos, Léo Cittadini foi rápido no giro, porque recebeu passe de costas de Márcio Azevedo, e quase acertou o gol.

DIFICULDADE E GOL ANULADO
O Botafogo sempre teve problema para sair da defesa, sentindo a ausência de um homem de ligação, talvez o japonês Honda. Os atacantes Matheus Babi e Kalou quase nem pegaram na bola.

Mas aos 43 minutos, o time carioca balançou as redes. Após cruzamento de Caio Alexandre, na linha de fundo, o meia Bruno Nazário chegou batendo de chapa. O lance, porém, foi anulado pelo VAR, indicando impedimento de Caio Alexandre ao receber o passe de Kevin.

Victor Luis cobrou pênalti muito bem. Foto: Vitor Silva - BFR
Victor Luis cobrou pênalti muito bem. Foto: Vitor Silva - BFR

SEM TROCAS
No início do segundo tempo, nenhuma mudança. O cenário em campo também ficou parecido, com leve melhora do Botafogo, mais bem distribuído em campo. O Furacão continuou com mais volume de jogo, porém, sem mostrar efetividade nas finalizações.

O Botafogo melhorou com as entradas de Rhuan e Rentería (que estreou) e esperou as chances nos contra-ataques. Quase ela apareceu aos 28 minutos, quando Rhuan lançou Nazário em velocidade e ele chegou na frente de Santos, que abafou o chute e evitou o gol.

PÊNALTI E GOL
Aos 31 minutos, numa disputa aparentemente casual, o árbitro anotou pênalti de Alvarado em cima de Rhuan. O lance foi revisado no VAR e confirmado. Na cobrança, Victor Luis bateu bem forte e ainda deslocou o goleiro Santos, que tem fama de ser ‘pegador de pênaltis’.

Mas depois, o Furacão acordou e buscou a reação. Aos 42 minutos, Geuvânio desceu pela direita e cruzou para trás com o chute de primeira de Ravanelli para empatar: 1 a 1. Dois minutos depois, o árbitro anotou pênalti num toque de mão da defesa, de Rafael Forster.

O VAR acabou acionado de novo sob pressão de todos os lados. Mas o árbitro confirmou a penalidade máxima. Na cobrança, porém, Nikão chutou para fora deixando tudo igual.

DOIS CLÁSSICOS
No fim de semana, pela 10.ª rodada, o Athletico fará o clássico com o Coritiba, sábado às 21 horas, de novo na arena da Baixada.

O Botafogo também terá clássico no domingo às 19 horas diante do Vasco da Gama, no estádio Nilton Santos.

Ficha Técnica

Fase
Única
Rodada
9ª rodada
Data
09/09/2020
Horário
17h30
Local
Arena da Baixada - Curitiba (PR)
Árbitro
Vinícius Gonçalves Dias Araujo (SP)

Assistentes
Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

Cartões Amarelos
Athletico-PR: Lucho González

Gols
Athletico-PR: Ravanelli 42' 2T
Botafogo-RJ: Victor Luís 34' 2T
Athletico-PR
Santos;
Jonathan (Khellven), Aguilar, Thiago Heleno e Márcio Azevedo;
Erick (Ravanelli), Lucho González (Alvarado), Nikão e Léo Cittadini (Christian);
Fabinho (Geuvânio) e Bissoli
Técnico: Eduardo Barros (Interino)
Botafogo-RJ
Diego Cavalieri;
Kevin, Marcelo Benevenuto, Kanu e Victor Luis;
Rafael Forster, Luiz Otávio (Rentería), Caio Alexandre e Bruno Nazário;
Kalou (Ruan) e Matheus Babi
Técnico: Paulo Autuori