Série B: Meia encerra passagem no Brasil de Pelotas e agradece oportunidade

Mesmo não seguindo na equipe, o atleta de 31 anos fez questão de agradecer aos profissionais e torcedores

por Agência Futebol Interior

Pelotas, RS, 28 - Na última terça-feira, o Brasil de Pelotas encerrou oficialmente sua temporada do futebol profissional. O clube gaúcho conseguiu manter-se na Série B. Além da segundona, o Xavante participou também nesta temporada da Copa do Brasil e do Campeonato Gaúcho. Com o término da temporada para o Brasil de Pelotas, alguns jogadores do elenco começam a definir os detalhes da sequência de suas carreiras. O meia Pereira, por exemplo, não permanecerá no clube do Rio Grande do Sul.

AGRADECIMENTO
Pereira encerra sua passagem pelo Brasil de Pelotas. (Foto: Giancarlo Satorun/GEB)
Pereira encerra sua passagem pelo Brasil de Pelotas. (Foto: Giancarlo Satorun/GEB)

Mesmo não seguindo na equipe, o atleta de 31 anos fez questão de agradecer aos profissionais e torcedores.

“Foi uma experiência importante ter atuado por quase dois anos no Brasil de Pelotas. Agradeço a cidade que me acolheu bem e logicamente a todos do clube."

"Tenho muito respeito ao torcedor Xavante. Eles sempre tiveram um carinho especial comigo e podem ter certeza que levarei o clube no meu coração”, relatou o meia.

MOMENTO COMPLICADO

Justamente com a camisa do Brasil de Pelotas, Pereira viveu o momento mais complicado da sua carreira. No dia 22 de setembro de 2018 em duelo contra o Oeste, pela Série B, o meia fraturou a tíbia e fíbula.

No total, ele ficou afastado dos gramados por 11 meses numa longa recuperação e duas cirurgias. Após o intenso tratamento, Pereira retornou aos gramados em agosto de 2019 e ainda conseguiu ajudar o Xavante em 10 rodadas da segundona.

AMADURECIMENTO

O período de recuperação fez com que Pereira amadurecesse bastante e a experiência, apesar de complexa, serviu para que o jogador valorizasse os mais diversos detalhes da rotina de um atleta profissional.

“Foram 11 meses de muita fisioterapia, fortalecimento muscular e recondicionamento físico. Foi um período longo sem poder fazer o que mais gosto, que é jogar futebol. Mesmo muito difícil, procurei forças com meus amigos, parentes, funcionários do Brasil de Pelotas e torcedores. Consegui superar essa adversidade, que faz parte da rotina de um jogador. Hoje me sinto bem e preparado para dar sequência na minha carreira”, finalizou.