Kieza volta a treinar e Lindoso espera melhora da produção ofensiva do Botafogo

Apenas Paraná, América-MG e Ceará têm números ofensivos piores do que os do time carioca

por Agência Estado

Rio de Janeiro, RJ, 07 - O volante Rodrigo Lindoso lamentou os poucos gols marcados pelo Botafogo no Campeonato Brasileiro até o momento - apenas 31 em 32 rodadas. Na competição, apenas Paraná, América-MG e Ceará têm números ofensivos piores do que os do time carioca.

"Não é legal ser um dos piores ataques. Tem a parte defensiva também, nosso saldo está bem negativo (- 11). É tudo em conjunto, tanto eu como os demais. Nesta reta final, teremos poucas chances e temos de aproveitar. Essa média de poucos gols vai aumentar. Tenho só uma parcela de contribuição na parte dos gols. Mas, sempre que tenho oportunidade nas bolas paradas, procuro estar bem focado na hora", afirmou o volante em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, após treino no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro.

DISPUTA
Rodrigo Lindoso é o artilheiro do Botafogo no Brasileirão, com sete gols marcados, mesmo número do atacante Kieza, que voltou a treinar depois de se recuperar de lesão e deve ser liberado para enfrentar o Flamengo, às 19 horas deste sábado. O clássico será disputado no estádio do Engenhão.

Foto: Divulgação / Botafogo
Foto: Divulgação / Botafogo
"No ano passado, chegamos longe em mata-matas, bastantes jogos com estádio cheio. Isso a gente espera todos os jogos, a gente precisa, está em situação um pouco delicada. Esse apoio extra nos motiva, é empolgante, sentimos bem essa vibração contra Corinthians. Em todo lance ouvíamos o grito da torcida, dá aquele gás no final do jogo. Talvez seja uma das motivações também para o Gatito (Fernández, goleiro) ter pegado aquela bola no último segundo e mantido nossa vitória", afirmou o volante, que fez o gol da vitória por 1 a 0 no último domingo.

O jogador revelou que está atuando no sacrifício nessa reta final de Brasileirão, competição em que o Botafogo briga contra o rebaixamento. "Ando com dores no pé muito fortes, venho jogando à base de remédio e injeções. O Gatito também passa por essa situação, acabou que fomos nós dois os protagonistas do último jogo. Mas foi o apoio da torcida e a entrega o jogo todo que fez com que a gente vencesse", disse Rodrigo Lindoso.

 
 
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