Van Gaal se diz contra volta de Neymar ao Barcelona: 'Muito individualista'

Uma possível reunião do trio MSN tem sido muito comentada na imprensa espanhola para a próxima temporada

por Agência Estado

Campinas, SP, 28 - A tão especulada volta de Neymar ao Barcelona ganhou um crítico nesta semana. Para Louis van Gaal, ex-treinador da seleção holandesa, Manchester United, Bayern de Munique e do próprio clube catalão em duas oportunidades (de 1997 a 2000 e entre 2002 a 2003), o jogador brasileiro é 'muito individualista' e não seria uma boa aquisição para o time espanhol.

"Eu acho que não seria uma boa para o Barcelona, mas essa é a minha opinião. Neymar ainda é um jovem jogador que ainda está se desenvolvendo. Ele precisa primeiro aprender a ser um jogador mais coletivo. Neymar é muito individualista. Por isso, acho que o Barcelona deveria pensar duas vezes ao tentar trazê-lo de volta", explicou o veterano holandês ao canal espanhol Beteve.

Van Gaal se diz contra volta de Neymar ao Barcelona: 'Muito individualista'
Van Gaal se diz contra volta de Neymar ao Barcelona: 'Muito individualista'
Uma possível reunião do trio MSN tem sido muito comentada na imprensa espanhola para a próxima temporada. Nos últimos meses, o jornal Mundo Deportivo garantiu que o astro estaria arrependido de sua transferência após o Paris Saint-Germain fracassar na Liga dos Campeões na temporada passada, caindo para o Real Madrid nas oitavas de final, e também por ter ficado fora da lista de dez jogadores para o prêmio da Fifa de melhor do mundo.

O presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, já negou qualquer negociação. "Não voltará, nem está previsto que volte", respondeu recentemente o dirigente, ao ser questionado sobre o brasileiro em entrevista para o programa El Matí de Catalunya Ràdio.

"Não houve qualquer chamada, reunião ou contato. Não gostamos que jogadores paguem suas cláusulas de rescisão", reforçou Bartomeu, demonstrando que o clube não aceitou muito bem a forma como o brasileiro conduziu a negociação em 2017, simplesmente pagando a multa de 222 milhões de euros (R$ 821 milhões, na cotação da época) e não abrindo espaço para uma contraproposta.

 
 
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