Dupla do Athletico-PR é pega no antidoping e está suspensa preventivamente

A possível irregularidade foi atestada na vitória por 1 a 0 contra o Tolima na Arena da Baixada

por Agência Futebol Interior

Curitiba, PR, 11 (AFI) - O zagueiro Thiago Heleno e o volante Camacho estão suspensos preventivamente. Eles foram pegos no exame antidoping da Conmebol pelo uso de um complemento nutricional. A Comissão Antidopagem já notificou o Athletico-PR, que têm até 60 dias para pedir a contraprova e prestar esclarecimentos.

A possível irregularidade de Thiago Heleno foi atestada na vitória por 1 a 0 contra o Tolima na Arena da Baixada, pela 4ª rodada da Libertadores, no dia 9 de abril. Já Camacho foi pego na vitória por 3 a 2 contra o Jorge Wilstermann, na 5ª rodada.

Como os dois últimos jogos da fase de grupos eram fora de casa, contra Jorge Wilstermann e Boca Juniors, Thiago Heleno nem viajou com a delegação – ele vem sendo poupado em partidas como visitante. Já Camacho enfrentou o time boliviano e jogou até os 43 minutos do segundo tempo, mas nem foi relacionado diante dos argentinos.

Bruno Guimarães, principal destaque do Athletico-PR, também teria usado o complemento nutricional e por isso não foi nem relacionado para o jogo contra o Boca Juniors na última quinta-feira – na ocasião a assessoria divulgou que ele estaria com uma forte gripe. Ainda assim, essa foi uma ação preventiva do clube e ele não está suspenso.

Camacho e Thiago Heleno, do Athletico-PR, são suspensos preventivamente por doping
Camacho e Thiago Heleno, do Athletico-PR, são suspensos preventivamente por doping
Mesma situação de João Pedro, que está emprestado ao Paraná na Série B. Ele estava com o grupo no jogo contra o Tolima, mas não foi sorteado para o exame antidoping e está livre para continuar defendendo seu clube. Ele inclusive deve atuar contra o Cuiabá neste sábado.

De acordo com as informações preliminares, o complemento nutricional foi indicado por um funcionário do próprio Departamento de Nutrição do Athletico-PR (que já foi desligado do clube), mas precisaria de cinco a sete dias para ser completamente eliminado do corpo. Ainda assim, o clube não deve ser punido, mas os jogadores correm o risco de suspensão.