Por vaga na Libertadores, treinador promete Atlético-MG ofensivo

O Galo chega na última rodada do Brasileirão dependendo apenas de si para terminar no G6

por Agência Estado

Belo Horizonte, MG, 30 - O Atlético-MG será ofensivo na última rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado, quando recebe o Botafogo no Independência. Foi o que prometeu nesta sexta-feira, o técnico Levir Culpi, que indicou que deve manter o meio de campo com Matheus Galdezani ao lado de Elias para encarar o time carioca.

Questionado sobre qual seria a opção para atuar ao lado de Elias, Levir limitou-se a dizer:

"A gente tem uma vocação ofensiva, queremos a vitória, temos que arriscar. O que temos que cobrar é mais posicionamento defensivo dos que atacam".

Galdezani tem característica mais ofensiva do que Adilson e Zé Welison, que seriam as outras opções para o setor. Além disso, Adilson não treinou nesta sexta, pois ainda se recupera de uma pancada sofrida na vitória sobre o Internacional, enquanto Zé Welison voltou aos treinos esta semana, após um longo período afastado por lesão no joelho direito.

O Atlético-MG será ofensivo no duelo deste sábado contra o Botafogo
O Atlético-MG será ofensivo no duelo deste sábado contra o Botafogo

TÁ FELIZ
De toda forma, Levir se mostrou satisfeito com a campanha recente do Atlético-MG e com a situação da equipe nesta última rodada.

"Ficou um clima legal para o final, última partida, ao lado da torcida. Vamos procurar jogar um futebol bonito, lutando pela vitória. Esperamos um resultado legal. Tomara que aconteça. Não vai faltar empenho, tenho certeza."

Com 56 pontos, o Atlético-MG fecha o G6 e está a dois do Atlético-PR. Uma vitória garante o time mineiro na Libertadores, enquanto um tropeço o obrigaria a torcer contra os paranaenses.

HUMILDE
A equipe de Levir chegou à última rodada dependendo apenas de si depois de vencer três de seus últimos quatro compromissos, mas o técnico negou ter mérito neste retrospecto recente.

"O que se viu de bom neste final de temporada é fruto do trabalho deles (jogadores) mesmo, do Thiago (Larghi), que estava aqui e fez um trabalho longo. Procuro coordenar, motivar, o que só funciona se eles quiserem. Não posso motivá-los sozinho, não é de fora para dentro. Eles que se motivam. Troco palavras, mas se eles não aceitarem, não existe. Não adianta dar discurso. Por isso, os elogios de fim de ano são para eles. O ambiente é bom, leve, tranquilo", considerou.

 
 
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