Diretora da FPF, Aline Pellegrino destaca importância de videoconferência para base

Clubes bandeirantes foram convidados para trocar ideias sobre Campeonato Paulista Sub-15 e Sub-17

por Federação Paulista (FPF)

São Paulo, SP, 16 - Na última sexta-feira (15), a Federação Paulista de Futebol (FPF) organizou uma videoconferência com representantes de clubes femininos, para que houvesse uma troca de ideias e conversas sobre o Paulista Sub-15 e Sub-17, com um foco no momento na paralisação do mundo da bola devido a pandemia do novo coronavírus.

Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da FPF, citou a importância de organizar campeonatos de base e da confiança das entidades na Federação para fomentar a modalidade.

"Muito produtiva, só crescemos tanto nas categorias de base de 2017 pra cá, por conta do trabalho de cada um dos clubes que jogaram o Festival Sub-14, Paulista Feminino Sub-17, e acreditaram na Federação que era possível fazer, então sabemos do esforço e dedicação de cada um deles o quanto sem esses clubes, associações, projetos esportivos são responsáveis por esse sucesso", diz.

"Sendo assim precisamos seguir juntos para preservar as competições de base do feminino, mas reforçando que esse retorno ainda não tem uma data e está atrelado a autorização das autoridades de saúde. Acredito que foi um momento que fortaleceu muito todos que participaram, porque puderam falar um pouquinho da realidade de cada um deles e trocar essa experiência em um período tão difícil para todos", completa.

 Foto: Rodrigo Corsi/FPF
Foto: Rodrigo Corsi/FPF

Rodrigo Coelho, auxiliar técnico do Centro Olímpico, falou da importância de se preocupar com a saúde mental, mesmo com as atividades que estão sendo organizadas.

"Acho que, nesse momento, a única coisa que importa é a saúde de todos nós que fazemos o futebol feminino em seu dia a dia. Claro, muitos estão realizando atividades online para se manter uma proximidade, mas o foco deve ser na saúde física e mental de todos", afirma.

Ele ainda vê esses encontros organizados pela Federação para sempre se manter atualizado sobre a situação e ouvir o que todos que trabalham com o futebol feminino tem a dizer.

"Acredito que esses encontros são necessários para diálogo, ouvir a Federação e ter um melhor entendimento do contexto. Pouco podemos fazer nesse momento, a não ser estudar, planejar o retorno e aguardar direcionamentos futuros por parte dos órgãos de saúde", encerra.