Série C: Após acesso, meta do América-MG é acertar as finanças
Belo Horizonte, MG, 17 (AFI) – Apesar de ainda seguir na briga pelo título do Campeonato Brasileiro da Série C, o grande objetivo do América-MG na competição, que era o acesso à Série B, já foi alcançado. Assim, a diretoria do clube volta agora suas atenções para a questão financeira da equipe, seguramente a que mais investiu para a Terceirona. Segundo o vice-presidente do Coelho, Marcos Salum, o clube investiu R$ 1,5 milhão para a Série C e ainda precisa de recursos para fechar a conta.
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“Esse é o custo até 30 de setembro (R$ 1,5 milhão). Nesses cinco meses, os contratos de patrocínio com a Habitare, BMG, Santa Casa, Kick Ball e Uniodonto renderam cerca de R$ 900 mil (R$ 180 mil por mês). Faltam, portanto, R$ 600 mil para fecharmos no zero, sem prejuízo”, explicou o dirigente, que era o presidente na conquista do acesso à elite em 1997.
Voltando a disputar a Série B em 2010, a previsão do clube é que as receitas aumentem consideravelmente, além de atrair mais patrocinadores e renda para o América. “Teremos a ajuda da CBF com passagens e o dinheiro da televisão. Isso deve trazer, também, mais patrocinadores para a equipe”, completou Salum.
Comandante
Além de acertar as finanças, outro passo da equipe é renovar o contrato do experiente técnico Givanildo de Oliveira, que termina no final de setembro. No entanto, o dirigente afirmou que só vai tratar desta questão após o final da Série C. “Temos obrigação de mantê-lo, principalmente porque ele tem um projeto a longo prazo para o América. O que não podemos é ter pressa agora. Primeiro, temos de pensar no título da Série C e depois no que virá para a frente”, finalizou Marcos Salum.
O treinador não escondeu o desejo de permanecer, mas deixou claro que aguarda uma valorização da diretoria americana. “Fiz meu contrato para a Série C. Gostaria de continuar, mas não depende de mim, e sim da diretoria. Acredito em um trabalho a longo prazo, como o que fizemos para conquistar o título de 1997. Quero ficar”, disse o “mestre Giva”.





































































































































