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O clube do Canindé alega que o jogador defendeu três clubes neste ano (Chapecoense/SC, Gyeongnam, da Coréia do Sul, e o Guarani), o que segundo o regulamento sobre o estatuto e a transferência de jogadores da Fifa seria irregular. A punição seria de perda de seis pontos por partida em que atuou.
O curioso é que o atacante Zé Carlos, da Portuguesa, tem exatamente a mesma situação de Bruno Cazarine. O jogador lusitano atuou por três clubes diferentes neste ano: Paulista, de Jundiaí, Cruzeiro e Portuguesa.
Além disso, o presidente da Lusa, Manoel da Lupa, adora tumultar para conseguir no Tapetão a vaga perdida no gramado. No Campeonato Paulista deste ano, o cartola levou uma denúncia ao STJD de que o zagueiro Jean, da Ponte Preta, teria recebido suborno. Mas nada foi provado.
É só fumaça! A queixa, no entanto, não deve nem chegar a ir para julgamento. Isso porque o próprio diretor de registro da CBF, Luiz Gustavo, explicou quando a polêmica veio à tona, na segunda-feira passada, que não havia irregularidade alguma no caso do Bugre.
O regulamento de transferências da Fifa, através do artigo 5º, diz sim que um atleta não pode atuar por mais de dois clubes em uma temporada. O problema é que a Fifa interpreta a temporada de acordo com o calendário europeu, ou seja, começa em julho de um ano e acaba em junho do outro.
Caminhada de Cazarine Bruno Cazarine se destacou pela Chapecoense no último Catarinense, entre os meses de janeiro e maio. Em junho se transferiu ao Gyeongnam, onde fez apenas três jogos. Em julho, ele acertou com o Guarani. Com isso, na temporada 2009-2010, ele atuou apenas por dois times.
Pelo Bugre, o atacante jogou uma parte do jogo contra a Portuguesa, no último dia 31 de outubro, entrando no lugar do volante Glauber. Além disso, foi relacionado em outras três partidas.
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