Henrique fala em 'honrar a camisa do Cruzeiro' nas últimas rodadas

"Temos que fazer o nosso melhor sempre, independente das situações ou circunstâncias", afirma o volante cruzeirense

por Agência Estado

Belo Horizonte, MG, 22 - Matematicamente livre do rebaixamento e sem possibilidade de alcançar o G6, o Cruzeiro não tem grandes ambições nas últimas duas rodadas do Campeonato Brasileiro. Diante do Internacional fora de casa, neste domingo, e Corinthians no Mineirão, dia 4 de dezembro, a ordem é jogar para "honrar a camisa do clube". Foi isso, pelo menos, que decretou o capitão Henrique.

"Nós temos que honrar esta camisa, que tem história e tradição, e os torcedores. Quando entramos em campo, eles querem sempre a vitória. Todos os dias nós somos testados e temos que provar nosso valor. A cada momento em que você vai para o jogo ou para o treinamento você está sendo testado e observado. Temos que fazer o nosso melhor sempre, independente das situações ou circunstâncias, e nos dedicar, porque representamos um time muito grande", declarou.
 Henrique fala em honra à camisa e destaca bom ambiente na Toca II
Henrique fala em honra à camisa e destaca bom ambiente na Toca II

Apesar da boa sequência recente de resultados, o Cruzeiro teve uma temporada para esquecer em 2016. Eliminado precocemente do Campeonato Mineiro, ficou fora da final da Copa do Brasil e passou boa parte do Brasileirão lutando contra o rebaixamento. Por isso, Henrique cobra que os jogadores reflitam sobre os motivos deste desempenho na busca por uma evolução em 2017.

"Um ano (2016) que não podemos esquecer, porque nos traz muitos ensinamentos e aprendizado. Que sirva de lição para não cometermos os mesmos erros. Vamos lutar, buscar, trabalhar e se organizar para termos um bom 2017, entrar na temporada da melhor forma possível, para ser um ano de conquistas. Todos unidos em um só objetivo, traçar as metas e cumpri-las da melhor forma possível", cravou.

Henrique ainda elegeu o técnico Mano Menezes como grande responsável pela melhora cruzeirense na reta final da temporada. "O ambiente é muito importante e depende da condução do comandante. O Mano faz isso muito bem. Ele é um cara na medida certa, rígido na hora que precisa ser, mas também que brinca na hora certa. Não é fácil lidar com mais de 30 jogadores, cada cabeça pensa de um jeito. O Mano sabe muito bem conduzir, o momento certo de cobrar e o de dar apoio ou transmitir sua alegria. Isso é importante para nós jogadores."