PSG desmente ajuda financeira para a Chapecoense após acidente

Durante o dia, surgiram notícias que o clube francês iria doar cerca de R$ 144 milhões ao time catarinense

por Agência Futebol Interior

Chapecó, SC, 29 (AFI) - O Paris Saint Germain-FRA não vai "doar" cerca de R$ 144 milhões para a Chapecoense para ajudar o clube a se reerguer depois da tragédia que aconteceu na madrugada desta terça-feira, quando o avião que levava a delegação da Chapeceonse para Medellín-COL caiu durante o percurso e vitimou mais de 70 pessoas.

Durante a tarde desta terça, surgiram notícias que o clube francês poderia fazer a doação milionária para ajudar a Chapecoense a se reestruturar depois de ter ficado praticamente sem elenco. No entanto, Nasser Al-Khelaifi, dono do PSG, desmentiu os boatos através de sua assessoria de imprensa, mas o twitter oficial deixou uma mensagem de apoio.

PSG mandou apoio para a Chapecoense, mas descartou qualquer ajuda financeira
PSG mandou apoio para a Chapecoense, mas descartou qualquer ajuda financeira
"O clube divide a tristeza dos brasileiros e de todos os amantes do futebol ao redor do mundo", dizia a postagem do PSG.

NÚMEROS FINAIS

A polícia de Antioquia, departamento onde caiu o voo que levava a Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana, deu por encerradas as buscas na região onde se encontram os destroços da aeronave e disse ter retirado os corpos de 71 pessoas. Apenas seis sobreviveram ao acidente.

Inicialmente, a própria polícia local havia anunciado que haviam 76 mortos. Esse número foi corrigido três vezes, depois que foram localizados com vida o zagueiro Neto, da Chapecoense, e Erwin Tumiri, técnico da aeronave. O goleiro Danilo, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Agora, o número é novamente corrigido, passando a levar em consideração que quatro pessoas que estavam entre as 81 que deveriam ter embarcado na verdade não entraram na aeronave na viagem para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, e continuaram no Brasil.

Assim, faleceram 19 dos 22 jogadores que a Chapecoense levava para a primeira partida da decisão. Seguem internados em hospitais da região de Medellín o zagueiro Neto, em estado crítico, o goleiro Follmann, que teve uma perna amputada, e o lateral-direito Alan Ruschel.