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FPF erra na súmula e atacante Hernane deixa de ser artilheiro

Hernane fez quatro gol, mas a FPF computou somente três do jogador do Mogi Mirim

Mogi Mirim, SP, 30 (AFI) - Consciente de ter anotado quatro gols no Paulistão de 2012 – dois contra o Grêmio Catanduvense e dois contra o Guarani, o atacante do Mogi Mirim, Hernane, demonstrava satisfação em pertencer ao seleto grupo de artilheiros da competição mais difícil do Brasil.

 Confira! 

Mas uma desatenção e falha do árbitro central Junior César Lossávaro, que comandou a partida entre Mogi Mirim e Guarani, tirou Hernane como artilheiro do Paulistão ao lado de Alan Kardec, do Santos. Na anotação, em súmula, foi o meio campista Felipe, do Mogi Mirim, quem anotou o segundo gol contra o Guarani, na vitória do time mogimiriano pelo placar de 3 a 0.

Na oportunidade, todos os órgãos de imprensa creditaram o segundo gol da partida para o atacante Hernane. O meio campista Felipe participou da jogada, mas quem arrematou contra a meta de Emerson, goleiro do Guarani, foi Hernane.

A diretoria do Sapão da Mogiana está reunindo provas, através de imagens, para enviar para a Federação Paulista de Futebol (FPF) afim de provar que realmente foi Hernane quem converteu o segundo gol do Mogi Mirim contra o Guarani.

Na bronca!
Além das imagens do gol de Hernane, a diretoria mogimiriana pretende protocolar um protesto na Federação Paulista em relação à atuação do árbitro Raphael Claus no jogo entre Mogi Mirim e Ponte Preta, derrota por 3 a 1.

Os altos dirigentes do Sapo apontam irregularidades em algumas jogadas que ocasionaram gol da Ponte Preta. No segundo gol da Macaca, segundo os dirigentes do Mogi Mirim, o atacante da Ponte, Leandrão, cometeu falta sobre o lateral-esquerdo, João Paulo, do Sapo, para recuperar a bola e lançar o volante João Paulo.

No terceiro gol do time campineiro, anotado de pênalti pelo meio campista Renato Cajá, o atacante Rodrigo Pimpão, que sofreu a penalidade do goleiro Anderson, do Mogi Mirim, estava em condição de impedimento quando recebeu o lançamento em profundidade, de acordo com os dirigentes.

Outra reclamação do Mogi Mirim foi a não anotação por parte da arbitragem de uma penalidade máxima cometida pelo lateral-direito, Guilherme, da Ponte Preta, quando o jogo ainda estava com placar favorável ao time campineiro de 2 a 1.

Segundo avaliação da comissão técnica mogimiriana, ao dar um carrinho dentro da grande área, o atleta da Ponte Preta, Guilherme, teria carregado a bola com o braço e, nitidamente, alterado a trajetória normal da bola.

 
 
Marcelo Gotti
 


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